sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Comentário: Guerra Rússia X Geórgia

Olá, hoje estou aqui para comentar sobre a guerra na área da Geórgia.
Se vocês acompanharam as notícias, sabem que esta guerra se deu ao fato de uma região chamada Ossétia do Sul, estar brigando por sua separação da Geórgia. E qual a participação da Rússia nisso? A Rússia apóia o movimento separatista, apoiando militarmente e economicamente, além de ser o primeiro a reconhecer a independência da área.

Acabada a guerra, a principal aliança militar hoje existente - Otan - está preparando algumas sanções para a Rússia, pois esta é acusada de uso excessivo da força durante o conflito em território georgiano.

A Rússia, em resposta a "provocação" dos países ocidentais, acaba de testar com sucesso, o novo míssil balístico intercontinental RS- 12M Topol que é capaz de enganar os escudos anti mísseis americanos.

Paralelo à isso, a Polônia aceita a instalação de bases militares da Otan em seu território.

Essa história vai longe ainda...

Mas seria tão mais fácil se os homens dessem prioridade aos sentimentos nobres.
Temos hoje em dia 1,4 BILHOES de pessoas no planeta vivendo com menos de 1 dólar por dia. E em cada guerra ridícula como esta, é disperdiçado um capital, que se investido corretamente, poderia ajudar a curar o nosso planeta.

Não tenho esperanças de que isso mude. Não tenho, pois esperança é o pior mal do homem - como diria Nietzsche - , pois se resume a esperar...

Eu tenho VONTADE de que isso mude, e acreditem: Eu vou fazer o possível para isso.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Diga não à guerra!


A história da humanidade é uma história - até onde a conhecemos - de guerras. Grandes nomes e impérios podem ser citados: Grécia (atenienses e espartanos, entre outros), persia, o grande império romano, Gêngis Khan e seu império mongol, Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler, e atualmente - Estados Unidos da América - .

Atrás de cada guerra, estão os interesses de um soberano. As ferramentas para a conquista deste objetivo: nós,a população. Com a revolução industrial no século XIX, o número de mortes que haviam em uma guerra aumentou assombrosamente. Passamos de centenas, milhares de mortos....para MILHÕES.

E eu me pergunto: É justo tantas vidas serem disperdiçadas em prol de objetivos tão sujos? Jovens que provavelmente nunca mataram alguém, e nem mesmo tocaram em alguma arma de fogo...morrendo um atrás do outro. Corpos estendidos no campo de batalha. Gritos de horror. Crueldade e frieza. Quem vai à uma guerra e volta vivo é assombrado pelas funestas lembranças.

Quando vamos perceber que a guerra não nos leva a nada além de tristeza e desespero? Nós somos o povo, a mão armada da máquina de guerra nacional, nós podemos escolher se haverá guerra ou não. Digamos não à ela.

"A guerra é a continuação da política por outros meios" diria Clausewitz. Concordo, concordo que ela é a continuação de uma política podre, inescrupulosa que existe para preservar interesses econômicos de grandes potências.

Do fundo de meu espírito idealista, inalienável a mim mesmo, é que escrevo este artigo, esperando que um dia a vida das pessoas seja reconhecida e valorizada. Claro que acabar com as guerras não é a única maneira de se conseguir isso, mas é um ótimo começo.



Victor Guilherme Campoy Amato

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

É Tempo de



Algumas pessoas passam a vida buscando um sentido, uma simples razão ou explicação para chamada aventura humana na terra. Outras, porém, não se preocupam com a causa, apenas fazem surtir o efeito, apenas... VIVEM! E é entre essas idas e (re)voltas, que muitos acabam por esquecer que viver é realmente uma arte.

O que acontece é que enquanto você pensa na vida, ela passa por você. Enquanto alguém espera, alguém faz; enquanto uns nascem, outros morrem; enquanto alguns querem, outros lutam, e vencem. Cada um pode escolher, de que lado você vai estar?

È comum observar pessoas atrasadas, correndo contra o relógio, pedindo mais tempo para poder trabalhar mais, estudar mais, ou qualquer outra atividade cotidiana. A rapidez e a praticidade tornaram-se fundamentais para a vida atual. Pessoas querendo mais tempo, mas desperdiçando sem piedade. Desperdiçando o tempo de um abraço sincero, de um carinho quando der vontade, de uma palavra presa no pensamento que não se tem coragem de falar, até mesmo de um xingamento, de um grito de alegria (ou não).

Parece que por aqui (Terra) as coisas realmente andam muito “moderninhas”. Acreditem vocês que até a culpa é terceirizada! Que coisa de país desenvolvido! È um jogando culpa no outro, afinal ninguém tem tempo de pedir desculpas, muito menos assumir erros. Está se tornando cada vez mais árdua a tarefa de ser HUMANO.

Outro ponto relevante é a febre do chamado “O Segredo” – que se realmente segredo fosse, não estaria publicado. Será que realmente as pessoas acreditam que ficar apenas pensando e acreditando eternamente irão conseguir? Não sei na vida de vocês, mas para mim nunca algo caiu do céu. Se fosse seguir esta filosofia de atração até Papai Noel existiria pela quantidade de crianças que acreditam nele não é mesmo!? Se não comodismo por acreditar na pura atração, é no mínimo conformismo pela própria situação. O acreditar não é ficar embriagado por pensamentos esperando que algo ocorra, mas é um combustível para que se vá em busca do que se almeja.

Realmente não há tempo a perder, e mesmo assim desperdiçam-se horas e mais horas com futilidades. Paralelo a esse tempo, passam também as oportunidades. Algumas pessoas as perdem por medo ou pela trágica incapacidade de expressar vontades que gritam dentro do peito. A vontade de correr para um abraço, de dizer um “eu te amo” verdadeiro, de falar algo que ficou preso na garganta, de chorar, cantar, beijar, dizer um sim ou um não a partir da própria vontade, pedir perdão quando perceber que errou. Eis aqui mais um exemplo da exclusividade de “dons” humanos – demasiado humanos. O ser humano chegou a tal ponto de egoísmo que até a raiva ele guarda para si, e fica amargurando até possuir a chance de expulsá-la – obviamente que dá pior e mais vingativa maneira possível.

O presente é então o que resta. É a única e verdadeira chance em que se tem para fazer o que se quer, de ser feliz, e principalmente tornar-se quem se é! È tempo de deixar para trás tudo o que passou. È tempo de pensar no aqui e no agora, para não ser como os pobres de espírito que deixam de viver muito tempo antes de chegar ao fundo da terra.





Helena Fontana

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Pensamentos de uma mente solitária.

Texto curto e inútil - talvez não renda nenhuma discussão -.

Você já passou tempo suficiente sozinho para não conseguir fazer outra coisa a não ser ficar pensando?

Nesses dias sozinho aqui em Baln. Camboriú, percebi que tenho medo. Tenho medo de morrer sem que meus pensamentos sejam compartilhados com outras pessoas. Pode ser pretensão minha, mas minha capacidade intelectual não vai ser deixada para trás.

Você se sente como eu? gostaria de compartilhar algum pensamento? máxima? teoria? curiosidade? medo? vontade? idéia? perspectiva? Compartilhar somente pelo injusto fato de que um dia nós morreremos e que nossos pensamentos podem não ser aproveitados pra porra nenhuma!

Abraços deste louco parcialmente solitário que anda pensando mais do que o normal e não consegue enfrentar seus próprios pensamentos.